OLHOS
QUE NÃO
MAIS PODEM VER
Vento que dardeja seu nome em meus ouvidos
Que minhas cordas vocais não cansem de repetir
E fazer desse doce nome , poema, canção
infinita
para meu coração
Que os mais pérfidos males não
atinjam minha alma
e num cemitério esse amor proclame maior
silencio
Brigando com tumbas frias, um coração
que ainda bate
bate, bate e interrompe os sono dos mortos bate, bate e pede
para ficar mais próximo dos céus
....
Olha então a lua e nela não vá mais
que um triste satélite, preso a orla de
um planeta azul que ainda não se descobriu...